Meus 7 Livros Preferidos De 2016!

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Li um pouco mais de 50 livros em 2016 e posso dizer que fiz ótimas leituras. Conheci autores novos, passei a amar mais ainda autores conhecidos e fui apresentada à novos conhecimentos e ideias que enriqueceram minha vida e mudaram minha maneira de pensar.
Escolhi sete livros que foram muito especiais para mim neste ano para ilustrar este penúltimo poste do Sonhos de Letras de 2016.
Eles são:

1) O Zen e a Arte da Escrita – Ray Bradbury

Neste livro o escritor americano apresenta ótimas dicas e hábitos a escritores iniciantes (aliás, foi por causa deste livro que comecei o projeto #52contos que, vergonhosamente, ainda não terminei, apesar de já ter passado o período de um ano… mas sigamos em frente, em 2017 eu termino!). Mais do que uma lista do que um jovem escritor deve ou não fazer, “O Zen E A Arte Da Escrita” é uma injeção de ânimo para os que estão a ponto de desistir de entrar para o mundo literário. Bradbury nos mostra que até os maiores escritores tem seus defeitos, que ninguém nasce sendo um ótimo escritor (bem, talvez Victor Hugo seja uma exceção, mas enfim…) e que só atingiremos excelência se praticarmos nosso ofício todos os dias e que, para isso, temos que enfrentar nossos piores rascunhos.
É livro indispensável a todos que querem realmente seguirem a profissão pelo amor à escrita.

2) Poemas Místicos – Rumi

Rumi foi um poeta sufista, nascido no século XIII na região que hoje é conhecida como o Afeganistão.
Fui atrás do livro pois já tinha lido alguns poemas de Rumi pela internet e porque também queria conhecer mais uma religião que sempre me pareceu fascinante.
“Poemas Místicos” acalmou minha mente, me apresentou novas maneiras de olhar a vida e meu semelhante, e me apresentou a uma religião que tem a arte como base fundamental para se chegar a Deus. Ao final deste livro eu só tinha um sorriso no rosto e uma paz inexplicável dentro de mim.
É um livro mágico, com certeza.

3) A Mulher Calada – Janet Malcolm

Em “A Mulher Calada”, Janet Malcolm faz muito mais do que uma das milhares de biografias da poetisa americana Sylvia Plath. Ela não só conta a vida de Sylvia e de seu casamento conturbado com Ted Hughes, como também escreve sobre o relacionamento que manteve com a família Hughes durante o processo de preparação para a biografia de Sylvia. Janet tem uma escrita envolvente, que faz o leitor pensar que está lendo um romance e não uma biografia. Ela nos deixa loucos para saber o final, por mais que todos que conhecem minimamente Sylvia Plath estejam cientes do final de sua triste história.
O que mais gostei neste livro foi o fato da autora nos apresentar um Ted Hughes e uma Sylvia Plath humanos. Sylvia e Ted trocavam papéis de vítima e algoz numa relação doentia para ambos, o que desmistifica a imagem que fazem de Sylvia como o pobre cordeiro comido pelo leão. No fim, uma relacionamento pertence apenas a duas pessoas e apenas elas sabem o que passou e como se sentiram. Não cabe ao mundo santificar Sylvia e demonizar Ted. Não cabe a nenhum de nós sentenciar outros por algo que apenas podemos imaginar.
Livro indicadíssimo a todos os juízes de plantão que pensam saber mais sobre a vida de terceiros do que eles mesmos.

4) Cartas A Um Jovem Poeta – Rainer Maria Rilke

Comecei esse livro pensando que era sobre dicas de escrita e poesia à um jovem poeta, como diz claramente o titulo do livro. As cartas de Rainer Maria Rilke são de fato o que o titulo propõe, mas vão muito, muito além disso! Posso seguramente dizer que este livro foi um dos responsáveis por mudar minha visão de mundo neste ano e que sou uma pessoa melhor porque o li.
“Cartas A Um Jovem Poeta” é um chamado para a vida, um abraço para jovens corações perdidos que ainda não sabem pra onde estão indo e uma força para que levantemos da cama e sigamos em frente, mesmo sem destino, mesmo ainda sem sonhos ou perspectivas.
Leitura mais do que necessária a todos os jovens que ainda não se encontraram no mundo.

5) O Caçador de Histórias – Eduardo Galeano

Eduardo Galeano sempre entrará para qualquer lista de livros favoritos de minha vida.
Em “O Caçador de Histórias”, livro lançado postumamente, Galeano nos mostra porque é mesmo um caçador de histórias. Ele possui um dom que raramente se encontra nos dias de hoje, que é simplesmente ouvir. Galeano conta em seus livros histórias de povos, lendas, mitos e sobre pessoas que não entraram para os livros de História, mas que tiveram uma vida admirável e inspiradora . Este último livro encerra o ciclo desta admirável pessoa que nos abriu portas a tantos conhecimentos e nos aproximou de culturas longínquas. Quando a última página é virada, encontramos o silêncio e o vazio que a ideia da falta de Galeano neste mundo nos provoca. Só nos resta buscar suas palavras em livros passados e ainda bem que existem muitos deles para serem lidos.
Destaque também para a introdução emocionante de Eric Nepomuceno, tradutor e amigo de longa data do escritor uruguaio.

6) O Povo Brasileiro – Darcy Ribeiro

Quando encontrei este livro perdido na casa de minha avó, jamais imaginei que viria a se tornar um dos livros mais importantes de minha vida. O resgatei de uma bolsa que iria para doação porque queria algo para ler no ônibus e já nas primeiras páginas fui envolvida pelas palavras deste grande brasileiro que fez tanto por nosso país.
“O Povo Brasileiro” é indicadíssimo para todos aqueles que não gostam ou não morrem de amores pelo Brasil. Após uma pesquisa que durou mais de vinte anos, Darcy nos apresenta a visão do índio, do negro e dos povos que aqui se criaram após a colonização portuguesa, uma visão que com certeza você não viu na escola.  Misturando dados históricos com uma escrita apaixonada, o autor nos arrasta pela História do Brasil para fazer entender como chegamos até aqui, no meio de tanta riqueza para poucos e tanta pobreza para muitos. E apesar de todo o sofrimento e injustiça que sofremos desde que os portugueses aqui pisaram reclamando esta terra como sua, ainda conseguimos criar uma nação maravilhosa, apesar de bastante imperfeita.
Passei a enxergar nossa história e nossa gente com muito mais amor após este livro e se antes sonhava com uma vida em outro país, agora não sonho mais. Esta terra é muito especial e há muito trabalho ainda a ser feito por aqui. Sejamos todos Darcy Ribeiro e lutemos pela melhor parte de nosso Brasil.

7) A Condessa Cega e a Máquina de Escrever – Carey Wallace

Ainda não consigo superar este livro. Não sei quantos meses fazem desde que terminei de lê-lo e que fiz a resenha, mas a verdade é que ainda me pego pensando em Carolina e Turri e segurando minha vontade de reler tudo.
Uma condessa cega e um rapaz completamente inteligente e maluco, quem poderia imaginar? Numa época em que só se veem os mesmos tipos de histórias de amor sendo lançadas a um ritmo frenético e enjoativo, a história de Carey Wallace veio para mim como um suspiro. Sentia muita falta de ler uma história de amor que tivesse significado, que fosse bem tratada, e que não parecesse uma receita de bolo para chegar ao número 1 de qualquer lista de Best-Sellers.
É verdade, o final é um pouco decepcionante (dependendo de como você interpreta o livro!) e talvez Carolina e Turri merecessem algo melhor, mas se é o caminho que importa e não o final, então o livro é perfeito.
Talvez o meu livro preferido de 2016…

“O Amor”, Por Khalil Gibran

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Este belíssimo texto foi retirado do livro “O Profeta”, do escritor libanês Khalil Gibran. É um texto que considero um dos pontos altos do livro e nos traz uma grande oportunidade para fazer refletir o que é aquilo que entendemos como o amor.

“Todas essas coisas o amor fará por vós a fim de que vos torneis sabedores dos segredos de vossos corações, e que, imbuídos desse saber, vos transformeis num fragmento do coração da Vida.

Mas se, por receio, desejais buscar somente a paz e o gozo do amor,
E melhor cobrir vossa nudez, e abandonai a eira do amor,
Para que possais entrar no mundo sem estações, onde podereis rir, mas não todo o vosso riso, e chorar, mas não todo o vosso pranto.
O amor dá de si apenas, e anda recebe senão de si próprio.
O amor não possui nem quer ser possuído;
Pois o amor ao amor se basta.

Quando amardes, não deveríeis dizer: ‘Deus está em meu coração’, mas sim: ‘Eu estou no coração de Deus’.
E não pensai que serieis capazes de determinar seu curso, pois o amor, se considerar-vos dignos, direcionar-vos-á.

O amor não tem outro desejo senão o de atingir sua plenitude.
Mas se amardes e necessitardes ter desejos, que sejam estes:
O de vos tornardes a corrente de um riacho a entoar o seu canto para a noite;
O de conhecerdes a dor de tanta ternura;
O de serdes feridos por vossa própria compreensão do amor;
E sangrardes de bom grado e alegremente;
O de despertardes ao alvorecer com o coração alado e agradecerdes por mais um dia de amor;
O de retornardes à casa ao anoitecer, plenos de gratidão;
E então adormecerdes com uma oração para o bem-amado em vossos corações e uma cantiga de louvor em vossos lábios.”

Os Melhores Do Ano – Por Bárbara Gusmão

1)Melhor Livro: Silêncio Escancarado – Rui Nogar

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Selecionei “Silêncio Escancarado”, do Rui Nogar, porque foi uma descoberta maravilhosa. Você pode ler um pouco sobre a obra e o autor clicando neste post do Sonhos de Letras. Estudar Literatura Africana de Expressão Portuguesa no último semestre do curso de Letras foi uma ótima experiência, já que pude aprender sobre essas literaturas e sobre a própria história de alguns países da África. Assim, esse livro que mais tarde tornou-se o objeto de estudo da minha monografia foi uma das melhores surpresas do ano e uma experiência única.

2) Melhor Série: Gran Hotel

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A série espanhola Gran Hotel foi a melhor descoberta, para mim. Como a Cuera já disse um pouco sobre o enredo, deixo aqui o link do post dela. Vi, por acaso, alguém indicando a série e curiosa que sou, corri para pesquisar. Não tenho palavras para demonstrar meu amor por Gran Hotel. Um enredo gostoso que flui facilmente e nos prende ao assistir, com mil mistérios sendo embaralhados a cada episódio, fotografia maravilhosa, personagens apaixonantes e um ship de partir e reconstruir meu coração. Sem contar o idioma maravilhoso. Amei e desejei que não tivesse fim!

3) Melhor Filme: Como estrelas na Terra (Taare Zameen Par)

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O meu filme do coração é Como estrelas na terra. Cuera me indicou e disse – mais de uma vez – que eu deveria assistir. Recentemente, após um episódio que vivenciei relacionado ao tema do filme, me lembrei da sugestão e me senti instigada a assistir. Ainda bem que me rendi ao impulso, pois é um filme lindíssimo, uma história maravilhosa, pois tem uma essência tão bela e transmite a grandiosidade da infância e da mente de uma criança, principalmente uma criança extraordinária como o personagem do filme.

4) Melhor Música: La Playa

Bem difícil de escolher, principalmente porque as músicas de Delta Goodrem são presença constante na minha vida… Entretanto, acredito que La Playa, de La Oreja de Van Gogh, foi uma das músicas que mais escutei e cantarolei, afinal, LODVG também está sempre presente no meu player. É uma música muito linda e a historinha dela me recorda a de El Muelle de San Blás, de Maná, o que a torna ainda mais linda e querida.

5) Melhor Surpresa: Jessica Jones

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Não estava nem um pouco com vontade de ver mais “séries de heróis”, eu disse. Porém, após me render e começar a assistir, Jessica Jones foi uma grande e excelente surpresa. Não só por ser uma série bem feita, mas também pela forma como a conduziram até agora, com os temas que foram postos em discussão por meio do enredo, principalmente em relação à mulher, e todo girl power que a Jessica coloca em ação. Espero que continue sensacional.

Os Melhores Do Ano – Por Karla Araújo

1)Melhor Livro: A Seleção – Kiera Cass

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Desde que aprendi a ler, não houve um ano em que tão poucos livros ocuparam a cabeceira da minha cama como em 2015. Shame of me. Diante de tão poucos candidatos, o melhor do ano foi A Seleção (o primeiro da série), de Kiera Cass. Inclusive, postei no Sonhos de Letras meus 9 momentos preferidos. O futuro feudal com quase nenhuma tecnologia foi uma das coisas que mais chamou minha atenção no texto de Cass. Além disso, a história de Maxon e America, claro. Todo mundo ama uma boa história (muito bem escrita, sem pontas soltas) de duas pessoas que demoram três livros para ficarem juntas.

2) Melhor Série: Demolidor

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Nunca é fácil escolher a melhor série. Mas 2015 foi o ano de Marvel’s Deredevil. Eu não conhecia o personagem dos quadrinhos até assistir ao seriado. Apertei o play como uma boa poser apenas viciada em séries de TV de super-heróis. Foi bem difícil passar pelas cenas fortíssimas de luta e confesso que algumas apenas escutei. O que me prendeu, como acontece nos livros, é o texto excelente. E claro, Charlie Cox. Mas não posso deixar de destacar o ótimo papel desempenhado por The Flash, Arrow, Agent Carter, Chigado Fire e Chicago PD em 2015.

3) Melhor Filme: Alvin e os Esquilos (na Estrada)

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Só fui pior do que na leitura de livros no item assistir filmes. Amo ir ao cinema. Amo filmes. Mas morro de preguiça. Duas horas parece tempo demais quando eu poderia assistir pelo menos três episódios de seriados usando os mesmos minutos. Vale dizer que eu perdi Os Vingadores no cinema pelos motivos mencionados. Então, minha escolha é o último filme que assisti no cinema, semana passada, com meus primos. Gosto muito de desenho e da mensagem positiva que eles passam, que neste caso é “mexeu com um de nós, mexeu com todos nós”.

4) Música Mais Tocada Em Meu Player: Closer Than You Know – Hillsong

Hillsong é também conhecida como a banda que reproduz o som do céu. Eles são incríveis. Faço parte de uma equipe de louvor e eles definitivamente são um exemplo. A letra é linda e a melodia corta meu coração em tantas partes que nem sei dizer. Parte favorita da música mais tocada: “Lord I hear you I know you’re there / Closer now than my skin and bonés could dare”.

5) A Maior Surpresa: Gilmore Girls

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Sou apaixonada por séries dos anos 80 e 90. Voltei a assistir Gilmore Girls no meio do ano e não lembrava o tanto que era bom. Foi minha melhor descoberta do ano. Agora, ela fica em lugar especial, bem ao lado de Full House, junto com outros seriados que assisto bem devagar por medo de acabar. Não me quero spoilers, mas minha torcida é por Lorelai e Luke. Rory tem um lugar especial no meu coração por querer ser jornalista. Tão cheia de sonhos, pobre menina.

Os Melhores Do Ano – Por Mariana Bandeira

1) Melhor Livro: Stardust – Neil Gaiman

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2015 não foi um ano de muitas leituras por causa da quantidade de trabalho e de estudo teórico que eu tive, mas, dentre os livros que eu li, o que mais terminou chegando ao meu coração foi “Stardust” do Neil Gaiman. Eu nunca havia lido nada do Neil Gaiman e decidi começar por “Stardust” por ser uma eterna apaixonada pelos contos de fadas e a história ser meio que um conto de fadas moderno. E foi um amor. Uma leitura que, apesar de leve, falou muito comigo. Menção honrosa: O livro de contos do Oscar Wilde (gosto mais dele como contista do que como romancista depois de conhecer a obra). Quero fazer também outra menção honrosa a um livro que eu comecei e ainda não terminei “A menina que contava histórias” da sempre maravilhosa Jodi Picoult.

2) Melhor Série: The 100

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É com muita dificuldade que eu escolho “The 100” para assumir o posto de melhor série que vi em 2015. Apesar de ter adorado “Suits”, me apaixonado por “Scorpion” e de estar adorando maratonar “Everwood”, “The 100” é foi a série que mais me prendeu este ano. A série tem tudo que eu gosto: ação, romance, adolescentes, roteiro bem elaborado, surpreendente e uma direção ágil. Tornou-se uma das minhas séries favoritas.

3) Melhor Filme: A Origem Dos Guardiões

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A categoria de mais difícil escolha com certeza, porque eu não me lembro de todos os filmes que vi durante o ano. Eu fiquei entre três filmes, no final das contas, cada um de um dos meus gêneros cinematográficos favoritos, a animação “A origem dos guardiões”, que é uma das animações mais bonitas que já vi (e eu assisto a filmes de animação quase todo dia), a comédia romântica “Amor e Turbulência” (comédia romântica francesa: elas nunca decepcionam) e o drama “Os intocáveis” (Filme de drama, com um personagem tetraplégico e o outro ex-presidiário e baseado em fatos reais, também francês. Eu preciso dizer mais alguma coisa?).

4) Música Mais Tocada Em Meu Player: Move Together – James Bay

 

JAMES BAY! Esta foi uma das grandes descobertas do ano. Desde fevereiro que eu mantenho James Bay tocando sem parar, principalmente “Move Together” e ainda não cheguei nem perto de enjoar. As músicas dele são super-gostosas de ouvir e eu me perco nas letras e na voz. Menção honrosa ao Tiago Iorc e ao Ed Sheeran.

5) A Maior Surpresa: Modern Family

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Para entender a minha escolha para esta categoria, é necessário saber uma coisa sobre mim: odeio sitcoms. Até consigo assistir a um ou dois episódios, mas acompanhar a história? Só de pensar já me dá sono e preguiça, mas meus amigos sempre me indicavam “Modern Family” e diziam que eu gostaria se eu visse. E eles estavam certos. “Modern Family” é genial. Não é como nenhum outro sitcom que eu já tenha assistido e eu terminei assistindo a todos os episódios disponíveis no netflix em menos de uma semana. MELHOR DIREÇÃO E ROTEIRO. Todas as séries de comédia deveriam se basear, pelo menos um pouquinho, naquela maravilha de série, com os melhores personagens

Os Melhores De 2015 – Por Nayara Marques

Como é difícil escolher apenas um livro, filme, música e seriado, para o meu ano de 2015, especialmente, porque não tive muito tempo livre esse ano, logo, não li ou assistir quase nada. Considerando que o ano ainda não acabou, considerei os meus favoritos até 20 de dezembro, mais ou menos, pois ainda quero ler alguns livros no recesso do final do ano e espero que eles me surpreendam. Espero que gostem das minhas escolhas, e de coração, desejo um Feliz Natal e um 2016 especial e repleto de boas surpresas para todos nós!!

1) Melhor Livro: O lado feio do amor – Colleen Hoover

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Tive boas surpresas esse ano, no skoob, a maioria dos livros que eu li, classifiquei com cinco estrelas, mas acredito que nenhum me marcou como “O lado feio do amor”. Descobri a Colleen em 2014 e desde então, todo livro dela, vem sendo uma grata surpresa. Colleen cria personagens incríveis e expressa os seus sentimentos de forma tão incrível, que é impossível não se apaixonar por seus livros e ter ressacas literárias eternas. Como disse na resenha que fiz para “O lado feio do amor” , neste livro, pude aprender que o amor nem sempre é mágico e/ou bonito, porém, se não deixarmos de acreditar e não termos medo de nos entregar, ele pode nos salvar de uma forma única e de tirar fôlego!

2) Melhor Filme: Cinderella

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    (Como foi difícil deixar “A Teoria de Tudo” fora dessa lista)
Sou uma eterna apaixonada por princesas (e pela Disney), por isso, já nos trailers de Cinderella, fiquei super ansiosa para o lançamento do filme, mas nem toda expectativa criada, me preparou para a perfeição desse filme e a emoção que senti ao assisti-lo. Como foi bom voltar a sonhar com Cinderella, como foi bom me apaixonar novamente por essa história, amar nossa heroína do sapatinho de cristal, que nessa versão, se mostrou uma mulher forte, mas que não abandonou sua inocência e sua capacidade de acreditar. E claro, como não amar o seu príncipe (Belamente representado pelo eterno Robb Stark <3). Que sejamos sempre gentis e tenhamos coragem para mudar o nosso mundo!!!

3) Melhor série: The Flash

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Esse foi um ano atípico no quesito série. Não assistir quase nada, abandonei várias séries, quis abandonar praticamente todas as séries que permaneci assistindo (Fiquei atrasada em quase todas) e somente duas séries, continuaram me empolgando (Game of Thrones e The Flash). Não sei se é o meu amor por super-heróis, ou pelo Grant Gustin, que me fizeram escolher Flash, mas posso afirmar que para mim, “The Flash”, foi à série do ano. Sigo empolgada e ansiosa por novos episódios e amando cada detalhe dessa série, que em minha opinião, só melhora a cada semana.
Menção Honrosa: Um pequeno lembrete do amor que sinto pela primeira série que fiz maratonas e me apaixonei loucamente: Glee. E ao meu maior amor desse ramo: Hart of Dixie. Me despedi das duas no primeiro semestre de 2015 e até hoje, sinto saudades!!

4) Melhor música: Thinking out loud – Ed Sheeran

Na verdade, para mim, Ed foi o meu cantor do ano. Em 2014, resolvi me presentear com o ingresso do seu show e até hoje não consigo descrever a emoção de assistir esse cantor tão incrível ao vivo. Poderia escolher todas as suas músicas, tenho várias e várias favoritas, mas, fico com a minha apresentação favorita de 2015!

5) Surpresa: O som dos sentimentos – Babi Dewet (Presente no livro: Um ano inesquecível)

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Quem me conhece, sabe o quanto eu amo histórias adolescentes, por isso, logo me empolguei com o lançamento de “Um ano inesquecível”, afinal, poderia ler mais uma história da fofíssima Paula Pimenta e conhecer um pouco a escrita da Bruna Viera e Thalita Rebousas (Super famosas), não conhecia nada da Babi e confesso, não dei muita importância para a sua história. Mas que grata surpresa ao ler um pouco sobre o seu outono que se passa na Avenida Paulista em São Paulo. Com personagens apaixonantes e uma história leve que me conquistou nos primeiros parágrafos, Babi me encantou e me deixou ansiosa para conhecer todo o seu trabalho (E para visitar novamente São Paulo e quem sabe, assim como, a personagem, viver uma linda história de amor na incrível Avenida Paulista).

Os Melhores De 2015 – Por Samantha Suminski

 

  1. Melhor Livro: Os Instrumentos Mortais – Cassandra Clare.

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Então, sim, é uma saga e não um livro único. Sou uma pessoa que gosta muito de ler todos os tipos de livros e gosto de buscar sempre assuntos novos, mas o que me prende muito mesmo, que é paixão na certa, são livros de fantasia. Eu li alguns livros maravilhosos esse ano, foi difícil escolher, entretanto escolhi essa saga, porque ela fez com que eu quisesse fazer parte do mundo dos caçadores de sombras, fez com que eu me sentisse deslocada quando terminei de lê-la. E o que contou como critério de desempate na escolha (hihi) foi porque mesmo passados meses, eu ainda fico pensando e querendo fazer parte do mundo desses livros.

2) Melhor Série: Chicago PD.

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Eu escolhi por ser uma série em que eu comecei a assistir esse ano, apesar de ela ser do ano passado. Além disso, é umas poucas séries que tem me prendido e feito com que eu quisesse mais e mais (The Walking Dead não fique com ciúme, faz parte dessa lista). Sem contar que tem Voigth com aquela voz que prefiro não comentar, Antônio com todo encanto de latino, Olinsky que é a coisa mais fofa desse universo (me adota) e nem comento sobre Linstead. (E nem falo que sou apaixonada por Sophia Bush).

3) Melhor Filme: O Grande Herói.

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Eu não sei se eu não vi muitos filmes esse ano ou se eles não foram tão significativos, porque o único (que eu lembro) que eu realmente gostei foi O grande herói, gosto muito de filmes de guerra e esse principalmente tem uma história incrível, além de tudo é baseado em fatos reais. (O que deixa melhor, o único que não dá sendo baseado em fatos reais é de terror hihi).

4) Música Mais Tocada Em Meu Player: Chains – Nick Jonas.

Não se choquem, por favor. Meu gênero musical preferido é o rock e obviamente sempre será o mais tocado no meu player, porém essa música me conquistou na primeira ouvida. Sempre tive um preconceituozinho básico com alguns cantores pops, principalmente ex-Disney, entretanto essa música seduz, ela tem um ritmo de sedução, a letra também de certa forma e sem contar que o cantor deu bom né? Enfim, é uma música que continua tocando frequentemente no meu player.

5) A Maior Surpresa: Extraordinário – R. J. Palacio.

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Eu poderia colocar a música aqui, ou poderia trocar de categoria com o melhor livro, porque esse livro é realmente extraordinário. E divide meu coração de melhor livro, sim. Deixei ele como maior surpresa, porque apesar de a maioria das pessoas falarem bem e de eu me interessar já pelas resenhas sobre ele, foi uma grande surpresa pelo rumo que a história tomou, esperava algo pesado, difícil, porém encontrei uma leveza incrível, algo que não tinha pensado que poderia ocorrer diante do tema do livro, me apaixonei pelo personagem e por toda a maneira como a história foi escrita. Além de me deixar surpresa, ganhou meu coração.

Os Melhores de 2015 – Por Antoniêta Fernanda

1) Melhor Livro: I’ve got your number

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2015 não foi exatamente o ano mais proveitoso em termos de livros pra mim, considerando que a maior parte das coisas que eu li foram pra terminar meu bendito TCC. Mas, dentre os que eu consegui ler, I’ve got your number foi disparadamente o mais divertido. O estilo da autora de Confessions of a Shopaholic, Sophie Kinsella, é facilmente reconhecido a cada parte da história em que a vontade de morrer de rir e/ou de vergonha alheia é quase incontrolável. I’ve got your number é uma ótima indicação pra quem procura uma leitura leve e agradável, pra passar o tempo (procrastinar) ou se desligar um pouco das obrigações do dia a dia.

2) Melhor Série: Mr. Robot

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Mr. Robot é aquela série que, quando eu comecei a assistir, o único pensamento que eu tive foi “Por que eu não comecei a ver antes???”. Existem diversos motivos pra indicar Mr. Robot e a maioria deles tem a ver com a maneira como a série é conduzida, com vários plot twists bizarramente inesperados, que te deixam procurando teorias a respeito da season finale às cinco da manhã. Mas, particularmente, o que me conquistou de cara foi Elliot, o personagem principal dos olhos esbugalhados, que, em dez minutos, dá vontade de guardar numa caixinha e levar pra casa pra cuidar <3
(E, não, não tem robô.)

3) Melhor Filme: Predestination

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Quando me indicaram esse filme, não me contaram muita coisa, só me disseram: veja. Podia ter dado muito errado e eu ter achado o filme ruim, mas, pra minha surpresa, eu, que nem gosto tanto de filmes, quase não pisquei, tentando entender o que tava acontecendo. Acho que até agora não entendi, mas a experiência de assistir o desenrolar da história e tentar juntar todos os pedaços do quebra-cabeça vale muito a pena. Mind blowing ainda é pouco pra definir esse filme. Vejam.

4) Música Mais Tocada Em Meu Player: Not myself – John Mayer

Not myself é uma daquelas preciosidades que você tem há anos no computador, mas, por alguma razão desconhecida, nunca tinha parado pra ouvir. Até que chega o momento em que o cosmos resolve dar um empurrãozinho e o modo aleatório te apresenta esse amor de música. O ritmo é só amor, a letra é só amor, John Mayer é só amor.

5) A Maior Surpresa: Monument Valley (app pra Android, IOS e Windows phone)

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Cá entre nós, eu não sou uma pessoa que tem muita paciência pra jogos, mas Monument Valley foi um achado. A ideia é bem simples: você precisa levar a princesa Ida aos lugares que ela quer chegar. Só que, como o jogo é num formato de puzzle, a sua função é alterar os lugares por onde ela passa, mexendo com construções em 3D que envolvem labirintos, ilusões de ótica e uns tipos de arquitetura que só existem nos sonhos de Inception. Monument Valley é relativamente curto, visualmente bonito e não vai te pedir pra gastar dinheiro ou incomodar os outros pedindo vida. Se tiver um espacinho no celular, vale a pena dar uma checada.

Os Melhores Do Ano – Por Cuera Marques

A nossa colaboradora Nayara Marques deu a ideia para que todas as colaboradoras do site fizessem um top 5 das melhores coisas que leram, viram ou ouviram em 2015. Achei a ideia sensacional e propus a todas que fizessem sua listinha dos melhores deste ano. Os postes de cada uma serão publicados até o final do ano!
Aqui vai o meu:

1 – Melhor Livro: Os Filhos dos dias.

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Foi realmente doloroso ter de deixar de fora “O Sol e o Peixe”, de Virginia Woolf e o “Ensaios Fotográficos”, de Manoel de Barros, mas Os Filhos Dos Dias merece o valor de n°1 do ano. O livro de Eduardo Galeano, além de muito bem escrito e planejado, provocou-me diversas reflexões profundas sobre a vida e também sobre o meu papel como gente neste mundo. É um desses livros que mudam a nossa vida de diversas formas e por isso ele foi o meu escolhido.

Melhor Série: Gran Hotel.

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A série espanhola durou de 2010 a 2013, mas eu apenas fui descobri-la nesse segundo semestre graças ao talento de Bárbara (também colaboradora do Sonhos de Letras) em achar coisas enterradas pelos sites da vida. Quando ela me mostrou alguns gifs do casal principal – ships são e sempre serão o meu ponto fraco! – eu soube que precisava começar a ver!
A série tem um pouco de todos os gêneros e interpretações impecáveis. A fotografia é de encher os olhos, o roteiro foi muito bem conduzido na maioria das vezes, e eu viciei na série de uma forma que não comi, não bebi, não vivi enquanto não via mais um episódio. A série também me fez amar e falar o sotaque dos espanhóis, que até pouco tempo atrás eu achava um dos mais feios do idioma.
Gran Hotel é uma das melhores descobertas da vida!

Melhor Filme: Jurassic World.

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Sim, eu não vi muitos filmes esse ano. Aliás, tirando Jurassic World eu nem lembro qual foi outro filme que eu vi. Se não lembro, é porque não deve ter sido lá essas coisas. Mas pra mim foi o segundo melhor filme da franquia (o primeiro é imbatível!) e o plot twist no final realmente conseguiu me impressionar.

Música Mais Tocada Em Seu Player/Biblioteca: “You And You Alone”, Delta Goodrem.

Ela é minha cantora favorita, então é meio que óbvio que qualquer coisa que ela faça fique tocando eternamente nos meus players de música, mas You And You Alone foi lançada esse ano e se tornou uma das músicas preferidas da vida. A voz, a melodia, o ritmo, a letra, tudo nessa música se encaixou de forma perfeita para mim e não consigo pensar em qualquer outra canção neste ano que tenha me encantado mais do que esta.

Maior Supresa: O livro “Nas Noites Árabes”, de Tahir Shah.

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Eu nunca tinha ouvido falar no livro e no autor antes de minha mãe me dar este livro que ela tinha ganhado na escola na qual trabalha. Ele ficou anos na minha estante até que o peguei para ler no ônibus sem qualquer pretensão e apenas como um passatempo mesmo para não me aborrecer com os engarrafamentos. No fim, ele resultou ser um dos melhores livros que li na vida. Tahir Shah narra sua vida no Marrocos e, paralelamente, conta histórias populares e seculares do oriente. O livro é uma declaração de amor a todas as histórias que mudam o mundo e nos modificam como seres humanos. E foi exatamente o que esse livro fez comigo: além de aprender a amar o oriente de uma forma que eu nunca pensei ser possível, também passei a enxergar como “o lado de lá” é um outro mundo totalmente diferente de nosso, e também passei a lamentar o tamanho das grandes fronteiras invisíveis que nos separam desde o começo dos tempos.

A Sabedoria Do Oriente Médio Em 10 Provérbios.

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1. Esteja no mundo, mas não seja do mundo. (Provérbio Árabe)

2. Examine o que é dito, não aquele que diz. (Provérbio Marroquino)

3. Um homem que está se afogando não é molestado pela chuva. (Provérbio Persa)

4. Você possui apenas o que não se perderia num naufrágio. (Al-Gazali)

5. Quando o sono de um homem é melhor do que seu despertar, é preferível que ele morra. (Saadi De Shiraz)

6. Seu remédio está em você e você não o observa. Sua doença vem de você e você não a percebe. (Hazrat Ali)

7. Se uma pedra preciosa cai na lama, ainda é valiosa. Se a poeira sobe ao céu, continua sem valor. (Saadi de Shiraz)

8. Amarre dois pássaros juntos. Eles não serão capazes de voar, mesmo que tenham agora quatro asas. (Jalaluddin Rumi)

9. Nunca vi um homem perdido num caminho reto. (Saadi de Shiraz)

10. Muita viagem é necessária antes que um homem cru esteja cozido. (Provérbio Árabe)

Os provérbios foram extraídos do livro “Noites Árabes” de Tahir Shah.